domingo, 5 de maio de 2013

Os dedos dedilham a taça... A grande taça dos vencedores i

Ouvindo "DNA" do The Killers

A determinação que nos move no início de um combate é inominável! Aquela adrenalina que sobe por cada anel da espinha dorsal lançando jatos de adrenalina por braços e pernas e pelos olhos marejados é deliciosa de fato!

A voz que nos impulsiona, interna ou externa, pouco importa! É Ela! Aquela voz maravilhosa que ativa a máquina de projeção dentro de nossas caixas cranianas lançando todos os nossos sonhos, nossas alegrias, nossos desejos mais recônditos, nossas aspirações mais absurdas e absolutas diretamente na tela do futuro que ansiamos!

Ahhhhh e que banhos de toxinas invadem nosso corpo nesses momentos!

E como tudo parece tão possível!

Tão próximo!

Tão ao alcance dos dedos que dedilham a taça! A grande taça dos conquistadores!

E realmente é possível, pode-se sentir a certeza na profundidade da mente e do corpo. Já me vi lá! Vitoriosa! E fui! Fui vitoriosa!

Mas demorou um pouco mais para entender que não basta saber e fazer. Há um caminho enorme de preparação, onde todos os demônios que carregamos conosco - nossos medos como bem escreveram os gregos - vão nos apavorar e nos fazer perder todos os calores, as químicas e as certezas.

Vamos perder a confiança em nós mesmos, no caminho e nos que estão conosco. Vamos nos perder na mata na qual entramos com tanto ímpeto a gritar com o fogo de nossas tochas.

E quando tudo vai caindo em um silêncio longo e frio e as tochas começam a se apagar é preciso ser firme e forte para seguir em frente. Ter fogo fátuo interior. Erguer a cabeça, endireitar a coluna e seguir os instintos! Seguir pisando firme, desembainhar a espada ou colocar a faca nos dentes se for o caso.

E é óbvio que não seria aquela euforia sempre! É óbvio que não poderia ser ou então tudo seria um magnífico hospício! Claro que as primeiras falhas, equívocos e perdas viriam. Claro que os primeiros imbróglios seriam desanimadores. A investigação e a descoberta do quanto sua origem é estúpida seria nauseante.

Mas terá que ser feito certo? Terá que ser feito ou então os passos não serão firmes pelo caminho, não haverá avanços, as frustrações se acumularam e daí para a tristeza e o abandono... O salto é rápido e fácil!

Temos que lutar todos os dias! Contra aquela pequena mania ridícula que sempre incorre no mesmo erro, com aquela procrastinação de alguns minutos que vai nos custar semanas de retrabalho...

Mas... Quando lutamos contra tudo isto! Com todos os nossos músculos e ossos e fibras e eletricidade neural! Quando nos erguemos com a lança em riste e desfalecemos ao ver que as tais aparentes falhas, equívocos e perdas não são aparentes quanto pareciam e sim parte de uma legítima superficialidade cujas consequências vão direto ao encontro de tudo o que acreditamos em total e absoluta traição a tudo o que nos empenhamos...

A taça dos vencedores roda ao toque de nossos dedos... Na ilusão de que ela virá... Mas o abismo entre a mente, o corpo e o braço é grande e morrer em campo de batalha por um ideal maior sim! É a maior das escolhas !!!

Morrer na praia dos idiotas... NÃO!

Nem CaQuéCoisa assim!




sexta-feira, 26 de abril de 2013

Monumental Failure


ouvindo "I grieve" do Peter Gabriel

Alta madrugada de outono contemplando meu jardim de prata sob a face da lua quase cheia... Percebo que ainda estou longe de entender que o que acontece é apenas uma das faces de uma verdade cruel que ainda não se revelou completamente e que muita dor ainda está por vir. Como sempre faço, vou pra máquina, antigamente de escrever e agora de digitar e sua luz branca fere meus olhos doentes, mas como não há muitas alternativas que doam menos... Que seja então!

Este vai para todos os iludidos e suas construções monumentais que se tornam em quedas espetaculares diante de seus olhos dilatados pelo choque tardio. Esta vai para todos os que conhecem o fracasso monumental quando somos negados, dispensados, abandonados, descartados feito coisa que se tornou inútil quando se acreditava realmente parte de algo importante...

É dedicado a todos os que já desfaleceram, que sentiram que não há mais ar nos pulmões, nem sangue nos lábios, nem eletricidade nos músculos, nem nos ossos...  Uma homenagem a todos os que passaram por aquele dado momento em que se percebe que a onda é maior do que o fôlego aguentaria, que o caminhão está mais veloz do que a velocidade de escape permitiria, que a porta se abriu na hora errada e a queda é inevitável. É dedicado a este momento da perda de todo e qualquer controle ou ilusão de controle.

Quem já passou por este momento singular sabe que se trata de uma mera fração de segundo, aquele contado antes da parada cardíaca no ponto de ônibus, antes da perda da consciência na ambulância, antes da convulsão no sofá da sala de espera,  antes da queda do corpo no chão da rua como um saco de batatas.

A glândula pineal lança um jato de adrenalina que faz adormecer a língua e formigar o couro cabeludo, as pupilas dilatam e o ar não entra pela boca seca mesmo boquiaberta na forma de um grito que não sai!

O grito não sai!

O corpo quer se reerguer, quer se levantar, mas a mente não está mais no comando... Somente a falência. A falência total e absoluta subindo feito gelo glacial pelas pernas e braços.

As faces das pessoas se agitam, no escuro da rua, na clareza do hospital, na face lívida dos parentes e amigos... Na face dos incrédulos e suas análises torpes de psicologia de almanaque...

E todo o som que se ouve é o da mente perguntando: por que não consigo me mexer?

A face do fracasso monumental paira logo ali sobre todos incólume! E questiona:

"Tem certeza de que você não foi capaz de evitar isto?"

A cobrança é profunda, toda a sua vida até ali e todos os sinais dados passam por sua mente em segundos. Você vê todas as chances! Tudo o que poderia ter dito! Tudo o que poderia ter feito! Todas as oportunidades para evitar... Mas não o fez! Não fez porque acreditou! Não fez porque comprou a briga achando que valia toda aquela pena e todo aquele fardo! Não quis abandonar, nem desistir e agora é tarde. Você não interessa mais. Foi perversamente descartada! Não há mais como voltar atrás de nada! O corpo cobra de forma sumária e o comando não é mais seu.

O arrependimento ajuda a matar mais um pouquinho e a morte faz mais um convite.

E você começa a suplicar por uma chance. Afinal assim como houve a primeira, a segunda tem que ser certa! Faz promessas desesperadas para si mesmo e para todos os presentes, deste e de outros mundos.

E após uma agonizante pausa tudo se cala e recua.

Aos poucos a volta para mais uma oportunidade de descartar as escolhas ruins e fazer as escolhas certas vai emergindo entre doses maciças de calmantes, antidepressivos e reguladores de pressão arterial...

E você pacientemente espera pela volta do governo de sua saúde, de seu corpo, de sua mente... Pacientemente espera pela chance de tentar outra vez. Quem sabe escolher melhor... Quem sabe não repetir os mesmos erros... Quem sabe ser parte de algo importante que te considere igualmente importante e pelo qual vale a pena lutar novamente.

Ou CaQuéCoisa assim.


sábado, 16 de fevereiro de 2013

A Coragem de se Provar

ouvindo "White Habbit" de Emilia Torrini


Vejo mais um mar de olhos ardendo a me observar enquanto eu falo de planos para o futuro.

Ouço risos ácidos quando há identificação dos sentimentos com as piadas que só conhece quem já passou pelo caminho.

O duro caminho de quem precisa enfrentar seus medos para conquistar o que deseja.

Sempre foi mais fácil se esconder do mundo.

Construir um casulo quente e macio, na cama do quarto ou no sofá da sala, apertando os botões do  controle remoto da TV ou as teclas do celular ou do computador, ouvindo música com os olhos vazios perdidos pela janela do ônibus no transe sem fim dos fugitivos.

Nossa mente se transforma em uma fábrica de sonhos e delírios, diálogos que gostaríamos de ter com pessoas que não temos coragem de enfrentar, cenas perfeitas para fazer em lugares onde somos constantemente maltratados mas não temos coragem de levantar os olhos ou a voz porque precisamos estar lá, viagens que gostaríamos de fazer mas não conseguimos guardar recursos necessários para ir porque mal conseguimos nos manter, mensagens que gostariamos de escrever mas que apagamos ou guardamos como rascunho, esperando pela coragem ou pelo ímpeto inconsequente de apertar o botão "enviar".

Quantas vezes sentimos aquela pontinha de ciúme dos que se superam e se atiram para a vida?

Quantas outras vezes sentimos dor por não termos lutado o suficiente?

" ... os que lutam pela vida que querem sentem um gosto que os escondidos jamais conhecerão ..."

Frase de fala secundária em mais um filme que é a pura fuga da realidade... Mas o sabor é forte, amargo e duro de engolir quando levamos a ferro e fogo o seu significado.

Todos podemos estar agora mesmo em casa, preparando mais um almoço, assistindo mais um programa banal na TV, rolando mais uma tela nas mídias sociais da vida...

Mas lá no fundo dos músculos atrofiados da mente!

Ele está lá roendo, se contorcendo, gritando!

O desejo!

"ISSO É POUCO! EU QUERO MAIS! EU QUERO MUITO MAIS!"

" ... quero estar de viagem marcada para a Universidade dos meus sonhos ... "

" ... quero dominar o idioma do país que mais quero conhecer ... "

" ... quero fazer aquela viagem maluca e caríssima que li naquela revista ... "

" ... quero beijar o homem que amo e finalmente dizer a ele que nunca houve nem nunca haverá ninguém como ele! "

" ... quero pedir perdão pelas coisas horríveis que disse para a última pessoa que eu devia ter dito neste mundo! "

" ... quero dizer para os meus pais que eu não sou nem vou ser quem eles não conseguiram e querem que eu seja! "

" ... quero partir naquela expedição maravilhosa que não posso porque estou sem dinheiro ... "

" ... quero largar o emprego horrível que sou obrigada a trabalhar todos os dias porque vou me preparar para conquistar o emprego dos meus sonhos! "

" ... quero deixar essa pessoa que não me ama, mas que eu não consigo largar porque estou viciada na dor que ela me faz sentir! "


Tantas, tantas e tantas vontades! Caladas todos os dias!


" Porque não dá tempo! "

" Porque eu já sei que não vou conseguir ir até o fim! "

" Porque eu não sei se é isso o que eu quero de verdade! "

" Porque eu não tenho coragem! "


É preciso coragem para levantar a cabeça do marasmo da mesmice e do conformismo e sair do lugar.

Não é algo que se consegue com um "click" ou com um "touch"! Só o alto controle, a vontade soberana e a gana absoluta é que nos fazem querer despertar e ver nas provações oportunidades e não dores.

Como os guerreiros salivando pelo combate e rindo da própria morte nos campos de batalha, este é o espírito que precisamos absorver para enfrentar com dignidade, força, energia e entusiasmo o que se colocar a nossa frente!

É preciso muito mais que palavras é preciso vontade para dizê-las e dar-lhes significado. Demonstrar aquela confiança que só tem os que sabem o que querem!

Trata-se de uma luta diária contra a preguiça, a fadiga e a procrastinação do mundo e de nosso próprio eu recolhido, ferido e cansado de tanto se cobrar.

Ajuda saber que não estamos sós! Que existem milhares pelo mundo nesta sina típica de todos os tempos. Exultada por Shakespeare e espicaçada por Friedrich Nietzche! Evocada por Fernando Pessoa e lamentada por Carlos Drumond de Andrade! É uma senda humana e é de todos nós, cada um a sua maneira e que mais dia menos dia vai se colocar a nossa frente e teremos que escolher.

Talvez a busca de inspiração nos antigos ajude. Conversar com quem conhece o caminho também. Ouvir aquela música que nos faz sorrir também.

Mas na hora do vamos ver só podemos contar com nós mesmos!

Por isso o meu mais profundo desejo a todos é de Coragem!

Tenham coragem de se provar!

E Cáquécoisa e Todacoisa assim!








sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

O extraordinário som da mudança!

... ouvindo "Clocks" do Coldplay

Por mais que os tempos passem e nos mostrem inovação, renovação e vanguardismo. Certas passagens da vida conservam as emoções profundas da psiquê humana, onde experiência ou aparato tecnológico algum podem se atrever a descrever ou transformar.

Passagens como a vitória sobre um grande exame de conhecimento, por exemplo! Emoções caras e de alto custo. Anos para a maioria de nós que não tivemos a oportunidade de nos formarmos com uma base completa, porque tivemos que trabalhar cedo ou porque não fomos felizes em nossa educação fundamental e média. Meses para os mais perspicazes e mais vorazes ao aproveitar suas oportunidades.

Tantos motivos, desculpas e até boas explicações, mas que diante da toda poderosa lista dos aprovados caem por terra.

Tenho certeza de que todos os que passaram se lembram dessa fração de segundo, correndo o mouse pela lista para os mais novos, correndo do dedo pelo papel fixado na parede ou os olhos pelo jornal para os mais velhos como eu ...

Ahhh mas a euforia é a mesma! Ahhhh que tempestade química na cabeça e atômica no coração!

Me lembro como se fosse hoje, dançando no gramado em frente a portaria 1 da Universidade de São Paulo onde o resultado era afixado primeiro em tempos onde a internet ainda era coisa de filme de espionagem! Hahah!

Mais lindo ainda ver essa emoção se reproduzindo e assumindo formas incríveis quando meus primeiros alunos da minha primeira turma de vestibulandos cruzaram a fronteira dos exames de vestibular.

Tantos nomes, tantas profissões, tantos agradecimentos, tantas lembranças, convites e gentilezas no estado de São Paulo e pelo Brasil. Algumas histórias já vividas fora do Brasil, inclusive. Melhor do que qualquer prateleira cheia de troféus! Uma prateleira sem fim de histórias de pessoas fantásticas que acreditaram em seus sonhos e lutaram por eles! Página por página, série por série de exercícios, plantão por plantão, aula por aula, ali na linha de frente, com olhos brilhando todas as aulas... Não é Amanda, minha bela?

(...)

Não dá pra não chorar! Vejo-os todos, se formando, formados, conseguindo empregos dos sonhos, sendo pintados no trote dos calouros, me perguntando de como chegar em suas escolas no campos da cidade universitária... Lindo! Lindo! Lindo! Se lembrando do nosso trabalho como professores e apoio de companheiros de luta em suas aulas na graduação, em seus congressos pelo Brasil e pelo mundo. É de fazer qualquer professor se derreter!

Eu estou derretendo de alegria e dedico este post a todos os que passaram, passam e passaram pelo vestibular, pela graduação, pela pós e pela vida incrível que já tem e terão pela frente e, principalmente, por me darem essa alegria de fazer parte de um pedacinho dela!

Muito, muito e muito agradecida!

E Caquécoisa e tudo assim!


domingo, 27 de janeiro de 2013

"Lets put it to the test"

...  ouvindo "Right Now" da Banda Van Halen de Sammy Haggar


Tem músicas que parecem um convite a se desafiar. Colocar-se sob teste.

Coisa pra quem tem culhão (os delicados que me perdõem)!

A faixa já citada, da super ultra mega banda Van Halen  é uma das que fazem meu sangue ferver com esse tempero!

Como ontem aplicando exame de bolsa lá no cursinho. Baita equipe de trabalho, energia apaixonante no ar, senso de compromisso, olhar firme dos colegas de coordenação e mantenedora, energia - tímida a princípio mas incendiária logo depois - dos candidatos! Puxa! Foi de arrepiar!

Lembro-me que demorou pra entender que hora de se colocar a prova não é hora de ter medo! Demorou muuuuuuito tempo!

É hora de "right now" pô! Vai deixar pra amanhã é?

"É o seu amanhã! Vamos lá! É o seu momento mágico e isso é tudo!""

O tipo de coisa que te arrepia com a voz do Sammy Haggar  te chamando pra contar "o que você está esperando".

Vi meus queridos candidatos passando por todas as fases que eu conheço bem, desde quando era vestibulanda e olha que nem tinha esse papo de exame de bolsa não! Mas quem disse que a sensação não é a mesma? Uma combinação atômica de medo, excitação, dúvida e paixão!

Percebi a saturação nos olhos deles quando falávamos - eu e a minha maravilhosa equipe de trabalho - das mesmas coisas de sempre e que não tem jeito! Temos que falar. Senti o encanto dos estreantes, a autocobrança dos veteranos a roer por dentro, um certo ceticismo e alguma alegria insana quando falávamos das possibilidades futuras e muita, muita vontade pulsando na sala, durante o exame todo. Mesmo no final, cansados, receosos e com a chibata preparada para dar nas próprias costas como todos nós latino--americanos, prontos para reduzirem-se, prontos para diminuírem-se e a gente lá, equipe toda, no "right now", cada um a sua maneira!

Vamos lá é o seu futuro! Faça já! Faça agora! Se enfrente! Se conheça! Tenha coragem de começar de verdade com o que você tem nas mãos agora!

Foi lindo demais!

Cheguei em casa morta! Cada músculo doía! Minha mente martelava com as coisas que não deu tempo de dizer! Mas o coração bombeava alegria pra todo o canto e o sono foi de paz por fazer algo por essa moçada! Por lembrar que quando passei por essa senda também fui acolhida pelos meus maravilhosos professores de cursinho e que só quero transmitir o tudo de bom que foi cultivado dentro de mim, cercada de tanto amor e de graça. Amor dos meus ex-professores, hoje amigos! Amor dos meus chefes, hoje referências carinhosas e admiráveis... Menos um!

Amor dos meus amados e idolatrados ex-alunos espalhados por todo o país e por outros países, lutando por meus sonhos (hoje mesmo recebi notícias do meu amado aluno de medicina que foi pro Maranhão e está prestes a voltar aqui pra Sampa para fazer estágio!), amor da minha família, dos poucos amigos que ficaram e aguentaram o meu terrível 2011/2012, amor do meu amado... Amor!

Amor eterno dos Deuses! Os mesmos que - não tenho dúvida -  inspiraram Sammy Haggar a compôr como o deus da guitarra Eddie Van Halen, essa música poderosa que foi, é e será sempre A MINHA TRILHA SONORA DO MEU DIA DE VESTIBULAR, lá dos anos 90!

Agradeço a todos pelo apoio magnífico e amanhã tem mais! Por que? Porque sábado que vem tem mais exame de bolsa e porque "... método e planejamento são a base do prazer em estudar!".

Certo moçada?

Abraço, força e perseverança!

Até breve!


sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Volta com um sabor diferente!

Ouvindo "Virgem" da cantora Marina


Ainda com um gostinho de maresia carioca no céu da boca, volto pra São Paulo das curtas férias no Rio pra embarcar de vez em um caminho conhecido.

Voltar a coordenar cursinho para vestibular foi uma surpresa e tanto!

O calor das pessoas no local de trabalho, o carinho dos colegas, os elogios e comentários dos queridos ex-alunos, a simpatia de sempre dos mantenedores é acolhedor e faz o coração se renovar, cheio de esperança, sonhos e planos de trabalho por executar.

Claro que não deixei a causa socioambiental! Apenas dividirei meu tempo entre os projetos ambientais que participo e o cursinho, mediando a conversa entre esses dois setores do conhecimento voltado para a sociedade sempre que puder!

Vai ser uma empreitada e tanto! Algo como cantar uma canção famosa, mas com a chance de fazer um arranjo só seu!

Convidativo, estimulante e irresistível!

Me deixa realizada, excitada, medrosa... Essas coisas de gente de carne, osso e emoção...

Ou CaQuéCoisaAssim!